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quinta-feira, 31 de março de 2011

sofia carmina coppola, mon amour.

sou (muito, oh-my-god-kinda-worship) fã de sofia. estilo pessoal, classe, elegância; tudo funciona. além do mais, fica muito fácil admirar alguém com tanto talento. o post de hoje é muito babão, porque sofia merece.


a moça (39 anos? wtf?!) de dna premiado - filha do coppolão -, ganhou oscar, globo de ouro y otros premios más pelo roteiro de 'encontros e desencontros', película linda que retrata as inadequações de um estrangeiro num lugar como o japão, com a genialidade de bill murray e o début de scarlett johansson em nossos corações.

à ocasião das filmagens, conheceu o atual marido e colaborador musical desse mesmo filme, thomas mars (phoenix, hell yeah!), com quem tem duas filhas e continuou a parceria no último filme, 'somewhere'.

não foi a primeira a ganhar - hello, (kathryn) bigelow! -, mas foi a primeira americana a ser indicada ao prêmio de melhor direção. ainda vai? estrada de sucesso.

foi, ainda, casada com quentin tarantino e spike jonze, e já serviu de inspiração para duas campanhas da louis vuitton. é pouco?

pois o talento vai além: dirigiu os comerciais do perfume 'miss dior chérie'; a edição francesa e o mais recente, com a linda natalie portman - você vê o making of mais adiante.

a seguir, algumas imagens que selecionei para ilustrar o tal je ne sais quoi do qual sofia tanto abusa. linda.

com o coppola pai em foto de annie leibovitz
para a campanha da louis vuitton.

com o marido lindo thomas mars,
integrante do phoenix.

shooting 'marie antoinette'.

chilling: a imagem do despojado chique.

outra para a campanha da LV. poder.

capa da vogue francesa. morram.
não? bom, eu morri.

com o amigo marc jacobs (que todos querem ter).


agora, trailers de seus longas e os bastidores do comercial pelo qual a gente baba.



making of do 'miss dior chérie', com natalie portman.



um lugar qualquer (somewhere), 2010.



maria antonieta (marie antoinette), 2006.



encontros e desencontros (lost in translation), 2003.



as virgens suicidas (the virgin suicides), 1997.

consigo ver muita beleza numa mulher imperfeita como sofia. até acho mais belo o que não é óbvio. seus traços delicados e, por vezes, grosseiros, por mais contraditório que isso soe, são o que a tornam uma mulher real, gente como a gente.

mas, como os homens da minha vida costumam dizer, "só mulher vê beleza nisso". então tá. what-ever.

gros bisous!

fonte: o google todinho. assim facilita.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

lady-like: the 50s are always back.

há pouco precisei analisar a moda do pós-guerra, os mid-40s e 50s, época em que as mulheres decidiram se livrar das linhas retas das décadas anteriores e se produzir para seus respectivos maridos, noivos e namorados que retornavam do front, propondo-se a estar sempre com roupa, cabelo e maquiagem impecáveis.


o que mais impressiona é que em todas as décadas há quem traga essa moda de volta. os estilistas todos cultivam um fascínio recôndito pelo estilo e adicionam ao menos um elemento 50s de tempos em tempos.
afinal, quando foi que a feminilidade saiu de moda? oh, thank god it didn't.


cintura marcada, saia evasê, lápis, tulipa e enviesada, laços, pérolas, estampas florais, decote coração etc. tudo isso esteve no retorno triunfal da moda lady-like nas coleções outono/inverno 2011. louis vuitton não me deixa mentir.

a campanha é a imagem perfeita da definição de
luxo no meu próprio dicionário de moda.

oh-so-very-refined.

até a trilha sonora do desfile é um deleite aos ouvidos. assista aqui a um trecho:



de referência bibliográfica, um livro da taschen é a minha melhor pedida,

porque a taschen não decepciona nunca.

em meio à pesquisa, achei, por um acaso muito feliz, um site através do qual se pode vislumbrar e reviver essa década. a heartbreaker é um presente, uma delicadeza pros olhos. não deixem de conferir. pras mais entusiasmadas, até avental se encontra lá. e o superplus é que fazem entregas worldwide. lindo, lindo.

de tudo isso, o que se pode fazer é adaptar pro cotidiano como convier. um sapatinho, uma bolsa, um cinto estratégico ou algo que o valha. o que não vale é fazer uma megaprodução 50s, superfeminina e vintage, e adotar como estilo pessoal todos os dias. o risco que se corre é alguém perguntar onde é a festa (temática). é muito fácil fica over na tentativa de querer acertar no retrô.

minha dica de anos 50 serve pra mostrar que esconder vale muito mais que mostrar. sugerir é um charme. e um alívio num brasil em que tudo se expõe e pouco se preserva.


um beijo de boa semana.