sou (muito, oh-my-god-kinda-worship) fã de sofia. estilo pessoal, classe, elegância; tudo funciona. além do mais, fica muito fácil admirar alguém com tanto talento. o post de hoje é muito babão, porque sofia merece.

a moça (39 anos? wtf?!) de dna premiado - filha do coppolão -, ganhou oscar, globo de ouro y otros premios más pelo roteiro de 'encontros e desencontros', película linda que retrata as inadequações de um estrangeiro num lugar como o japão, com a genialidade de bill murray e o début de scarlett johansson em nossos corações.
à ocasião das filmagens, conheceu o atual marido e colaborador musical desse mesmo filme, thomas mars (phoenix, hell yeah!), com quem tem duas filhas e continuou a parceria no último filme, 'somewhere'.
não foi a primeira a ganhar - hello, (kathryn) bigelow! -, mas foi a primeira americana a ser indicada ao prêmio de melhor direção. ainda vai? estrada de sucesso.
foi, ainda, casada com quentin tarantino e spike jonze, e já serviu de inspiração para duas campanhas da louis vuitton. é pouco?
pois o talento vai além: dirigiu os comerciais do perfume 'miss dior chérie'; a edição francesa e o mais recente, com a linda natalie portman - você vê o
making of mais adiante.
a seguir, algumas imagens que selecionei para ilustrar o tal
je ne sais quoi do qual sofia tanto abusa. linda.

com o coppola pai em foto de annie leibovitz
para a campanha da louis vuitton.

com o marido lindo thomas mars,
integrante do phoenix.

shooting 'marie antoinette'.

chilling: a imagem do despojado chique.

outra para a campanha da LV. poder.

capa da vogue francesa. morram.
não? bom, eu morri.

com o amigo marc jacobs (que todos querem ter).
agora, trailers de seus longas e os bastidores do comercial pelo qual a gente baba.
making of do 'miss dior chérie', com natalie portman.
um lugar qualquer (somewhere), 2010.
maria antonieta (marie antoinette), 2006.
encontros e desencontros (lost in translation), 2003.
as virgens suicidas (the virgin suicides), 1997.
consigo ver muita beleza numa mulher imperfeita como sofia. até acho mais belo o que não é óbvio. seus traços delicados e, por vezes, grosseiros, por mais contraditório que isso soe, são o que a tornam uma mulher real, gente como a gente.
mas, como os homens da minha vida costumam dizer, "só mulher vê beleza nisso". então tá. what-ever.
gros bisous!
fonte: o google todinho. assim facilita.